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O Falatório de Taro Quando Volta da Guerra

Montagem

2024

Ficha Técnica

Texto e direção: Douglas Kodi
Preparação corporal: Saito Satoru
Pesquisa e colaboração dramatúrgica: Elton Bittencourt e Saito Satoru
Direção de produção: Douglas Kodi
Produção executiva: Diogo Correa
Direção de comunicação: Fernando Souza / Maringaense Cultural
Assistência de produção: Thamires Saboia
Atuação, máscaras e adereços: Douglas Kodi, Kênia Bergo e Vinícius de Brito
Cenotécnica: Clever d’Freitas, Vitória Campanari e Everton Bittencourt
Trilha sonora: Caio Alves
Figurinos: Vitória Campanari / Vcamp Ateliê
Identidade visual: Fernando Souza / Maringaense Cultural
Fotografia: Álvaro Sasaki
Iluminação: Vanderlei Junior / Candelabro Produção Cênica

A peça é uma tragicomédia que narra a história de um soldado chamado Taro (Douglas Kodi), que retorna à sua vila após a guerra, mais pobre e alucinado do que quando partiu, ansiando por reencontrar sua esposa Nhua (Kênia Bergo) e seu compadre Menato (Vinícius de Brito). Ao chegar, Taro celebra a fuga dos horrores da batalha e sonha com uma vida pacífica. No entanto, seu reencontro com Menato e Nhua revela o quanto a guerra o transformou.

Dessa forma, aqui, intentamos transpor uma das mais emblemáticas peças do italiano Angelo Beolco, autor italiano do século XV, “O Falatório de Ruzante quando volta da guerra”, para o Japão do mesmo período. O italiano Ruzante torna-se Taro — o nome dos outros personagens foi mantido (Nhua e Menato) — que retorna para sua terra depois de passar pelos horrores da guerra. Nesse paralelo poético, a peça não habita necessariamente um lugar específico do Japão ou da Itália, mas sim ora um, ora outro, o que é denotado na própria linguagem da cena.

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